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O voo de Erik

Aos 21 anos ele ingressou em um programa de estágio nos Estados Unidos, trabalhou na Alemanha e hoje é diretor administrativo da Bayer Brasil

13.11.2019 - Por Bayer Jovens

Para quem está em início de carreira, dificilmente haverá uma trajetória profissional mais inspiradora do que a de Erik Boettcher, que em menos de uma década e meia saltou da posição de estagiário para o alto cargo de diretor administrativo, sempre na Bayer. O melhor de tudo é que, na opinião dele, esse trajeto profissional na empresa está ao alcance de quem realmente quer aprender e crescer.

Erik Boettcher

Apesar do sobrenome alemão, Erik é mineiro, nascido em Belo Horizonte há 41 anos e desde cedo decidido a romper fronteiras. Bem jovem, deixou o Brasil para estudar nos Estados Unidos e se graduou em administração de empresas na Robert Morris University, em Moon Township, no estado da Pensilvânia. Depois, fez um mestrado no campus Florham da Universidade Fairleigh Dickinson, em Morris, New Jersey.

Ainda como estudante, conseguiu entrar em um programa de estágio de uma siderúrgica norte-americana e seguia tranquilo até que soube que a Bayer estava abrindo vagas para estagiários em sua unidade em Pittsburgh, na Pensilvânia. “Eu tinha 21 anos e resolvi trocar de emprego. Estava pensando no longo prazo e achei que na siderúrgica a perspectiva de fazer carreira era muito limitada. Então abri mão da vaga e entrei na Bayer, porque queria uma empresa que me desse mais perspectiva de crescimento profissional”, lembra Erik.

Ele acertou em cheio no alvo e partiu para um caminho movimentado. “Comecei em Pittsburgh em um estágio padrão e tive a oportunidade de fazer parte do departamento de compras. Depois fui transferido para o estado de New Jersey, perto de Nova York, para trabalhar com planejamento econômico, como controller”, explica Erik. Então, em nova mudança na carreira, ele voltou para Pittsburgh, na área de auditoria, e em seguida foi para Leverkusen, na Alemanha, sede mundial da Bayer desde 1912, e lá permaneceu por alguns anos na auditoria, até se transferir para Berlim, a fim de atuar no departamento de Supply Chain.

Em resumo, Erik ficou 14 anos nos Estados Unidos, dos quais cinco anos na Bayer, e mais cinco anos na Alemanha. De Berlim voltou ao Brasil, com experiência internacional em diferentes áreas e fluência em inglês e alemão e, promoção após promoção, tornou-se diretor financeiro da Bayer em dezembro de 2011.

Do período como estagiário, ele lembra que pensava bastante nas perspectivas de carreira, nas opções oferecidas e em se concentrar em aproveitar todas as oportunidades que surgissem à sua frente. E lembra sobretudo da vontade que tinha de aprender o máximo possível, consciente de que isso era o que o levaria adiante. É essa lição que ele transmite aos jovens em início de carreira.

“O que eu diria a quem está ingressando agora em um programa de estágio? Eu diria que o mais importante de tudo é aprender. É preciso ficar atento, de olhos e ouvidos abertos, para aprender o tempo todo e conhecer bem a empresa em que trabalha. E, claro, buscar sempre entregar resultados bons por mais simples que pareça sua responsabilidade”, ensina.

Erik diz que já na sua época de estagiário o mercado já era bastante competitivo, mas talvez hoje a concorrência ainda seja maior e o perfil do profissional que as empresas procuram tenha mudado um pouco. Mas, no que realmente interessa, quase tudo sempre foi meio parecido. Ele afirma que, se estivesse começando hoje, não faria nada diferente: “Estou realizado e satisfeito como as coisas aconteceram e com a preparação que foi feita. Acho que não faria nada diferente”.

No entanto, Erik acrescenta um importante aprendizado que adquiriu ao longo de sua promissora carreira: “Talvez a gente tenha que ter mais paciência com as coisas. Às vezes a gente já chega querendo fazer muita coisa, muito rápido, e é preciso ser mais paciente para encontrar o momento certo. Então, além daqueles pontos que eu citei, que é aprender, estar atento e entregar resultados, também é necessário saber ter paciência, saber confiar, saber que você está em uma empresa séria e que as coisas vão acontecer. Não precisa ficar ansioso”.

E será que a notável e rápida ascensão profissional do diretor administrativo Erik Boettcher é um caso único ou está ao alcance de outros jovens que, hoje, se candidatam a uma vaga de estagiário? Ele responde: “Com certeza isso é possível. A Bayer, por definição e por DNA, é uma empresa que vive de pessoas e vive de inovação, então ela dá essas oportunidades a todos, mais do que nunca”.

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