Home > Ciência > Melhorando Vidas > Mulheres sem culpa: como conciliar maternidade e carreira de sucesso?
Melhorando Vidas

Mulheres sem culpa: como conciliar maternidade e carreira de sucesso?

A Bayer promoveu uma semana especial para comemorar o Dia da Mulher, e um dos principais debates foi sobre a maternidade.

09.03.2020 - Por Bayer Jovens

"Toda vez que nasce uma mãe, nasce um dispositivo de culpa", afirmou Gisele Silva, que atua na área de Atração de Talentos da Bayer. Gisele conseguiu resumir nesta frase um dos maiores dramas emocionais vivenciados pelas mulheres. Elas querem viver o sonho de serem mães, mas também querem ter uma carreira bem-sucedida.

Deixar os filhos em casa e sair para trabalhar é de cortar o coração. No entanto, abandonar o trabalho e ser mãe em tempo integral também não é o desejo delas. Enquanto elas tentam equilibrar as atividades na balança, a culpa sempre acaba pesando. Como conciliar tantas tarefas ao mesmo tempo e acalmar o coração de mãe trabalhadora, livrando-se da culpa? Para responder a essa importante pergunta, a Bayer convidou mulheres com histórias inspiradoras, para debater ao vivo em uma live especial do Bayer Jovens e mostrar que, sim, é possível ser uma boa mãe e também ser uma profissional de sucesso.

Uma história interessante é a de Aline Pasetchny, que atua em Comunicação Corporativa na Bayer. Enquanto muitas mulheres temem ser demitidas durante a licença-maternidade, Aline continuou se destacando profissionalmente e conseguiu ser promovida durante o período. "Adiei um pouco a maternidade porque queria ter experiências como morar no exterior. Então, quando engravidei, eu tinha 34 anos e já trabalhava na Bayer. Durante esse período da licença, houve uma reestruturação da área em que eu trabalho. Eu participei de um processo seletivo e fui promovida", contou Aline durante a live no Facebook. Assista ao vídeo na íntegra.

No fim da licença-maternidade, Aline estava com saudade do ambiente corporativo e observou mudanças importantes quando voltou ao trabalho. Segundo ela, quem tem um bebê em casa precisa seguir ciclos bem definidos, para dar conta das tarefas de amamentar e cuidar da criança. Atualmente, ela concilia os cuidados com a filha de 1 ano e três meses com a vida profissional. Isso acaba exigindo uma rotina mais disciplinada, o que favorece também os negócios. "É preciso ter foco, priorização. O meu planejamento deu um salto muito grande. É uma habilidade que foi muito desenvolvida durante a licença", conta Aline.

Outra colaboradora presente no debate ao vivo foi Silvia Malaman, líder do site da Bayer em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Mãe de trigêmeos de 16 anos, ela contou que envolvia a família nas decisões sobre as promoções e sempre recebeu o apoio familiar para trilhar uma carreira de sucesso. "Buscar ajuda é fundamental. Eu tive pessoas que apoiaram eu ser mãe e mulher em um ambiente masculinizado. Meu marido é meu grande braço direito. Nós realmente dividimos as atividades e, para mim, faz muito sentido trabalhar na Bayer, porque (a empresa) promove os diálogos para trazer à tona esse tema importante", afirmou Silvia.

A principal recomendação é procurar ter uma rotina flexível, construir um ambiente colaborativo no trabalho, dialogar e celebrar o fato de ser mãe e trabalhar em uma empresa. "A mulher tem que ter coragem para pedir ajuda, seguir em frente e ser feliz onde ela estiver. A gente não deve se sentir culpada por ter que sair para buscar o filho na escola", diz Silvia.

Ser feliz na carreira também é o objetivo de Andréa Acerbi, da área de Gerenciamento de Risco na Bayer e mãe adotiva de duas meninas, de 2 e 8 anos. "A maternidade por adoção vem de uma maneira um pouco diferente. Eu tive 2 processos longos de espera na fila de adoção. Essa espera longa me fez refletir muito sobre o quanto eu queria ser mãe. Então, hoje eu penso que a minha hora fora de casa vale muito. Para mim, faz muito sentido estar fora de casa trabalhando, contanto que tenha propósito, que eu faça a diferença. Depois que eu virei mãe, a questão do propósito no trabalho ficou muito forte", opinou Andréa durante a live do Bayer Jovens.

Além de conseguirem equilibrar maternidade e carreira, essas mulheres observaram mudanças positivas em seus perfis profissionais. "O comprometimento no trabalho aumenta muito: estou sempre buscando direcionar meu caminho aqui na Bayer, para agregar valor. Uma competência que desenvolvi foi a escuta ativa, a questão humana aflora muito mais quando viramos mães. Não é uma questão biológica, é uma questão de coração", opinou Andréa.

De acordo com Gisele Silva, da área de Atração de Talentos da Bayer, atualmente o mercado de trabalho consegue enxergar e valorizar os benefícios trazidos pela maternidade. As mães conquistam características relevantes para as empresas, como o desenvolvimento de aptidões em planejamento, resolução de problemas, criatividade, entre outras. "O conceito de competência é um conjunto de habilidades, e elas são mutáveis. Em cada situação a qual é exposta, você tem a oportunidade de consolidar competências e desenvolver outras. A mãe passa a ter o raciocínio mais rápido e melhora a tomada de decisões", afirmou Gisele.

Segundo ela, a área de Recursos Humanos da Bayer está atenta e procura dar total apoio às mães, promovendo jornadas mais flexíveis. "Após a maternidade, a mulher desenvolve novas habilidades e solidifica pontos fortes que ela já tinha. É importante que nós, recrutadores, tenhamos isso em conta. Buscamos proporcionar um ambiente que consiga deixar a colaboradora confortável para ser mãe. Isso está relacionado com qualidade de vida, e trabalhador feliz é mais produtivo", afirmou Gisele durante a live do Bayer Jovens. A live fez parte da programação especial em homenagem ao Dia da Mulher, mediada pela produtora de conteúdo digital Shirley Hilgert, do perfil Macetes de Mãe.

Bayer Jovens