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Idioma express

Para driblar horários complicados, agenda cheia e gastar menos, jovens aumentam procura a cursos on-line

20.12.2012 - Por Carreiras

Os cursos de idiomas invadiram para valer o meio virtual. Agora, em vez de sair de casa ou tentar acomodar aulas presenciais na agenda em meio ao corre-corre de trabalho, escola, ou faculdade, os alunos podem se matricular em aulas 100% on-line.

A procura dos brasileiros pelo ensino a distância, de um modo geral, cresceu bastante: em 2001 eram 5.359 matrículas. Já em 2010, esse número saltou para 930.179 estudantes, um crescimento médio anual de 1.725%, de acordo com um levantamento do MEC (Ministério da Educação). E os cursos de idiomas estão entre os mais procurados.

“Existem diversas maneiras de aprender uma língua estrangeira: frequentar aulas numa escola de idiomas, morar em outro país, fazer aulas particulares, namorar um nativo da língua, assistir a filmes e seriados, ouvir músicas, ou os cursos on-line”, afirma a professora de inglês Melissa Genaro. “Nenhuma dessas formas é melhor ou pior. O importante é que o aluno encontre aquela que se adeque melhor à sua realidade e ao seu objetivo, levando sempre em consideração sua disponibilidade de tempo e também financeira”, completa.

Com duas décadas de experiência em várias escolas de idiomas e várias certificações internacionais, Melissa não vê razão para que o aluno das escolas on-line seja discriminado no mercado de trabalho. “As empresas geralmente estão muito mais preocupadas com resultados do que com certificados. Elas esperam que o funcionário se comunique de maneira eficaz no idioma, independentemente de onde ou como ele o aprendeu”.

Disciplina e organização

Entretanto, ela reconhece que o aprendizado nesse formato perde no que diz respeito à interação. “Fazer um curso é sempre uma ótima oportunidade para conhecer outras pessoas, trocar experiências, aprender com colegas, etc. O que no fim das contas é o real propósito de conhecer um idioma: comunicar-se com os outros”, avalia.

Em contrapartida, existem facilidades como horários flexíveis e custos mais baixos do que os dos cursos convencionais. O formato é recomendado para alunos disciplinados e organizados. “Acreditamos que o maior desafio seja a disciplina para continuar o curso e realizar todas as atividades sem desistir. A cada 15 dias, um consultor entra em contato com o aluno a fim de verificar o andamento do programa”, diz Andrés Moreno, CEO e fundador da Open English, escola on-line de inglês presente nos Estados Unidos e em mais de 20 países na América Latina, com escritórios em São Paulo, Buenos Aires, Bogotá, Caracas, Cidade do Panamá e Miami.

Pesquisas apontam que o Brasil é o quinto país em número de pessoas conectadas à rede mundial – 75,9 milhões ou 37,4% da população –, um potencial considerado gigantesco. “Cada vez mais vemos inúmeras instituições de ensino aderindo a essa plataforma de educação. Já podemos ver e contar com cursos de ensino a distância de conceituadas universidades em todo o mundo. A tecnologia facilita e democratiza o conhecimento”, conclui Moreno.

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