Home > Carreiras > I&D como visão
Carreiras

I&D como visão

Aos 21 anos ela é estagiária, mas já conseguiu uma mudança de área e diz que escolheu a Bayer por causa da política de inclusão da empresa

06.11.2019 - Por Bayer Jovens

I&D como visão

Juliana Gomes é um belo exemplo do que caracteriza o Brasil. Paulistana, bisneta de indígenas tupi-guarani, com avó negra e pai branco, criada no Jardim Ângela, no extremo sul da capital de São Paulo, ela sempre soube que precisaria lutar para conquistar seus sonhos ao considerar todos os desafios estruturais da sociedade. Aos 21 anos, cursando ciências econômicas na PUC de São Paulo, ingressou no programa de estágio da Bayer há menos de um ano, mas circula à vontade na empresa, com passos seguros. Já conseguiu, por exemplo, mudar de área e hoje está onde queria, no setor dedicado a inclusão e diversidade.

Antes de chegar à Bayer, fazia estágio na área tributária de uma empresa de TI: “Mas vi que realmente não era o que queria para mim. Estava procurando uma empresa que praticasse a inclusão e a diversidade. Como uma mulher negra, acho que a gente precisa almejar certas coisas na vida e, para iniciar uma carreira, precisamos de empresas que levem a sério esse tema, uma empresa que nos abrace e que sente como somos. E em muitos lugares a gente percebe que não é assim”, ela conta.

Então, em 2018 Juliana soube que a Bayer havia aberto as inscrições para mais um programa de estágio: “No anúncio do processo seletivo uma mulher negra dizia que todos poderiam ter um lugar na empresa, e eu pensei: por que não eu? E aqui ficou evidente algo importante neste novo cenário de organizações: muito mais do que ver a mulher no cartaz, ela entendeu que a organização era um espaço possível tanto para pessoas como ela, como para ver na prática a aplicação de conceitos que ela já vivenciou nas ações de voluntariado e que estuda e trabalha dentro da universidade. Antes eu tinha participado de um evento interno chamado Juventude Negra na Bayer e na época falei que queria trabalhar ali. E acabou dando certo”.

O curioso é que agora Juliana assumiu um papel semelhante ao da mulher que viu no anúncio: na atual campanha do programa de inscrição de estagiários aparece uma imagem dela: “Eu recebi muitas mensagens em rede social de pessoas dizendo que queriam se inscrever no processo seletivo da Bayer e minha carinha estava lá. Então vi que a representatividade é algo que importa de verdade, em todos os sentidos, quando a gente pensa em inclusão e diversidade”, afirma.

No início do estágio, ela foi designada para a área de TI, mas não se identificou totalmente com a atividade: “Aí fui procurar meios de entender como funcionava a mobilidade interna e se havia possibilidades, contatei algumas pessoas e surgiu uma excelente oportunidade. Hoje trabalho diretamente com inclusão e diversidade, em gestão de talentos. O bom é que a Bayer nos dá essas oportunidades. Mostra que o estágio é um processo de aprendizagem e você está ali para desenvolver seu potencial. Temos muita facilidade de comunicação com o time e com o gestor. E temos essa flexibilidade para mudar e abertura para o diálogo”, diz Juliana.

Por enquanto ela não é fluente em inglês, e achou que esse seria um fator que limitaria bastante sua atuação na empresa. Porém, descobriu que, embora seja um requisito de peso, o domínio do segundo idioma pode não ser obrigatório. “Depende muito da área. Em algumas, o inglês é indispensável, mas em outras, não. Às vezes a gente acaba enxergando como um limitador, mas se você está em uma empresa que pensa na inclusão as portas acabam sendo mais flexíveis. Falar inglês é importante, mas não necessariamente indispensável em algumas atividades”, explica. Mesmo assim, enquanto cursa o penúltimo ano na faculdade, ela está aprendendo a língua inglesa, de olho no futuro.

Seu plano é seguir carreira na Bayer, pois diz que se identifica com a missão, a visão e os valores da empresa. A quem planeja se tornar estagiário, ela sugere: “O principal é estar aberto a aprender, a escutar o sim e o não e saber até que ponto pode ir. E aqui na Bayer é muito fácil vestir a camisa, porque o nosso lema é ‘Ciência para uma vida melhor’. Então, quando a gente entra aqui com um propósito, faz parte de um processo que tem um impacto social muito grande. Acredito que o estagiário deve ter isso em mente: o propósito da Bayer acaba sendo o seu propósito também”.

Ela também diz que é preciso ter paciência: “Às vezes queremos correr, mas não é o momento de atribuir aquela atividade a nós mesmos. Sou muito ansiosa para chegar a algo que me move muito, então acho que é mesmo preciso ter calma e acreditar mais no seu próprio potencial. Cada pessoa é diferente e tem um estilo próprio e uma visão própria, então não se compare. Dê o seu melhor dentro de suas possibilidades e vai dar tudo certo”, completa.