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Meu Trabalho na Bayer

Dilemas dos jovens adultos Millennials

Vale a pena protagonizar o mundo em transição?

11.04.2019 - Por Meu Trabalho na Bayer

O mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo não é novidade. Mas minha geração sofre com os “dilemas dos jovens adultos Millennials”. Propósito de vida, boa alimentação, saúde mental, dinheiro, boas notas...uma profusão de escolhas e caminhos. A decisão é evitar ou encarar o checklist. Hoje escrevo sobre aqueles que, como eu, escolhem encarar.

O estágio na Bayer foi meu primeiro emprego e os dilemas só cresciam. Mas não fui a única e, em vez de aceitar o fato, criei uma rede – o Momento do Conhecimento. Com apoio desde o presidente, promovemos visibilidade aos estagiários. Nestes encontros, organizados por um comitê de estagiários, são apresentados temas pertinentes aos negócios em que os estagiários atuam dentro da Bayer, além de ser uma oportunidade de conhecer melhor os colegas. Com essa iniciativa, fui finalista no prêmio LIFE, um importante reconhecimento interno da Bayer – para conhecer acesse este link.

Momento do Conhecimento em Belford Roxo/RJ, com Theo van der Loo e Theunis Marinho

Abertura a experiências, resultados consistentes e rede de contatos bem cuidada – era hora de dar o próximo passo. Uma coisa que sempre encontrei aqui na Bayer foi espaço para fazer coisas diferentes. É da minha natureza me envolver e buscar além. Imagina minha felicidade quando fui indicada para fazer parte da integração da Monsanto? Um novo time, novas responsabilidades e desafios. Tudo que eu mais gosto.

As equipes aqui tendem a ser um tanto diversa. Acho que como na maioria das multinacionais, pessoas muito jovens convivem e trabalham lado a lado com quem tem muito mais experiência. Com a iniciativa de aprender com diferentes vivências e idades dos colegas, percebi como rótulos de gerações nos afastam. Logo me encantei com o grupo de gerações, o Infinite, que discute como profissionais de idades diferentes podem aprender um com o outro (e o quanto estereótipos de idade são vazios e atrapalham o trabalho). Me envolvi tanto que virei a líder do grupo, vejam só.

Membros do Infinite no evento de lançamento, em Socorro.

Minha jornada é marcada por inquietações onde testei, errei, corrigi e aprendi. Mas posso afirmar com tranquilidade: para o trabalho ser bom e render você também precisa sonhar, acreditar e executar da melhor maneira possível.

Ter alguém que ouve, incentiva e acalma ajuda muito. Eu tive a sorte de ter uma mentora, Melissa Hara, diretora da integração, que me ensinou que não mudamos a organização, mudamos a nós e inspiramos os colegas. Assim, transformamos juntos. E olha o tanto que me transformei trabalhando aqui não está escrito. Vivências e aprendizados que me fazem uma jovem profissinal bem melhor.

Premiação do Valuable Young Leader, em 2018, com Melissa Hara

Todo esse trabalho me rendeu mais um reconhecimento: fui escolhida pela Harvard Business Review e Eureca como uma das 30 jovens líderes do Brasil que transformam as organizações. A surpresa foi enorme, mas esse prêmio me ajudou a perceber meu papel de ajudar a enfrentar o contexto de incerteza do país, com liderança e propósito, onde minha inquietação promove transformações importantes para a empresa. Assim a gente muda a nossa realidade de dentro para fora e ajuda sim a fazer um amanhã bem melhor.

Sessão de ideação com os estagiários, em Belford Roxo/RJ

Olha, se você como eu tem esse ímpeto de correr atrás e uma inquietude de transformar as coisas, tenho três dicas simples, mas poderosas:

  • Seja corajoso para enfrentar seus medos;
  • Cultive uma rede de apoio;
  • Abrace a ideia de um mentor.

E lembre-se: podemos decidir encarar os dilemas de ser um jovem adulto, contagiar a organização com nossa inquietação e vontade de transformar, afinal vale a pena ser protagonista da sua própria história.

Quer continuar o papo?

Abraços

Fabiana Sanchez – Analista de Projetos Pleno na Bayer Brasil

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