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Como curtir o Carnaval com saúde e consciência? Vem descobrir com a Bayer!

Tudo que você precisa saber para proteger a pele, namorar com segurança e aproveitar o feriado em ambientes respeitosos

19.02.2020 - Por Bayer Jovens

O Carnaval representa o feriado mais animado do ano. Ele é capaz de arrastar milhares de pessoas pelas ruas ao som do trio elétrico ou dos tradicionais bloquinhos carnavalescos. Além disso, há o animado público que está ansioso para apreciar os desfiles das escolas de samba. O grande feriado do mês de fevereiro representa muita música, dança e, muitas vezes, romances de Carnaval. Os foliões só não podem descuidar da saúde nos dias festivos. Por isso, a Bayer convidou especialistas para dar dicas essenciais em uma live especial do Bayer Jovens no Facebook, confira o vídeo na íntegra.

Hidratação sempre!

Durante as festas nas ruas, os foliões ficam muito expostos ao sol e o exercício físico com caminhadas e danças carnavalescas aceleram a desidratação do organismo. Por isso, de acordo com a dermatologista Juliana Canosa, a principal palavra-chave para o Carnaval é hidratação. “O ideal é sempre manter a pele muito bem hidratada, com hidratação de dentro para fora e de fora para dentro. Recomendo beber muita água e usar um creme hidratante de boa qualidade”, aconselha a dermatologista. Leia também no Bayer Jovens - água: o elixir da boa saúde no verão.

Um dos compostos mais eficazes para hidratar a pele é o dexpantenol ou pró-vitamina B5, substância presente na linha de produtos Bepantol, da Bayer. “O dexpantenol ajuda a pele a se restabelecer”, explica a dermatologista Juliana Canosa. Segundo ela, é importante aplicar creme hidratante em todo o corpo, em especial após o banho, momento que favorece a hidratação da pele. Também vale a pena dar uma atenção especial ao rosto, com destaque para os lábios. “A pele dos lábios é mais sensível, então o ideal é sempre proteger e hidratar mais os lábios”, afirmou a dermatologista durante a live do Bayer Jovens.

Mas a dica de ouro recomendada para todas as pessoas e não apenas durante o Carnaval é a adoção do protetor solar. Esse produto é fundamental para prevenir manchas solares e até mesmo doenças como o câncer de pele. Existem inúmeros produtos disponíveis no mercado mas, na hora da compra, vale a pena lembrar que a Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda FPS (Fator de Proteção Solar) superior a 30.

Outra dica é reaplicar o protetor, preferencialmente, a cada duas horas para que o calor e o suor durante o Carnaval não comprometam a proteção da pele. “É preciso usar filtro solar com proteção de no mínimo 30 e, se puder, usar um chapéu e procurar local de sombra sempre que possível”, diz Juliana. Mas, se por acaso o folião não cuidar da pele ou exagerar na exposição ao sol, inevitavelmente terá de ficar de molho em casa. “Quando já tem uma queimadura na pele, o ideal é não tomar sol de jeito nenhum, aplicar filtro solar e fazer uma hidratação intensa, de duas a três vezes ao dia”, orientou Juliana.

Romance no ar

O Carnaval favorece os encontros afetivos, tanto para os foliões que curtem um romance passageiro quanto para os casais que já namoram ou os casados. Embora o Carnaval tenha um clima liberal, o fato é que não se deve descuidar da saúde durante as relações. Especialistas reforçam que o sexo deve ser seguro. “É importante lembrar sempre a prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s). O único jeito de prevenir são com os preservativos, tanto femininos quanto os masculinos. É essencial usar camisinha em todas as relações, mesmo durante as preliminares”, orienta Thais Ushikusa, ginecologista, obstetra e líder da área médica de saúde feminina da Bayer.

Segundo Thais, as IST’s vêm aumentando no Brasil. “A Sífilis, por exemplo, teve um aumento de 4.000% de 2010 a 2018 no Brasil”, alerta a médica. Outra grande preocupação é o HPV. Existem mais de 200 tipos de vírus HPV e estudos estimam que 75% da população brasileira registrará a infecção ao longo da vida. “Alguns tipos de HPV causam câncer ou verrugas genitais. O HPV é responsável pela grande parte do câncer de colo de útero, de vagina e de vulva, nas mulheres, e câncer de pênis, nos homens”, afirmou Thais durante a live do Bayer Jovens. Ela ressaltou também que a maioria das infecções não têm cura. “Conseguimos manejar os sintomas, melhorar a qualidade de vida [da pessoa infectada], mas não conseguimos curar efetivamente.”

Nada de gravidez

Para quem deseja terminar o feriado de Carnaval sem ter um bebê a bordo, é necessário investir em um bom método contraceptivo, aliado ao uso da camisinha que continua sendo essencial. “A camisinha é o método mais eficaz para prevenir doenças. Mas, quando falamos em prevenção de gravidez, a camisinha não é tão eficaz. A taxa de falha com as camisinhas é de mais ou menos 18% ao ano”, explica Thais.

Nesse caso, a mulher pode buscar orientação médica para estabelecer a contracepção adequada. As tecnologias mais indicadas atualmente são os métodos de longo prazo, dentre eles os dispositivos intrauterinos (DIU’s) e o implante. Os DIU’s ainda oferecem duas possibilidades: o diu de cobre ou o diu hormonal. Ou seja, com orientação médica a mulher pode definir a melhor escolha de acordo com o seu perfil e rotina.

Também é importante destacar que a chamada “pílula do dia seguinte” não é o método contraceptivo ideal. “A pílula do dia seguinte é [recomendada] para uma situação de emergência em que você não teve a possibilidade de usar outro método ou houve uma falha presumida, como, por exemplo, quando uma camisinha estourou”, orienta a médica ginecologista.

A mulher que toma a pílula do dia seguinte pode sofrer com efeitos colaterais como náuseas, dor de cabeça, dor nas mamas, mal-estar e vômitos, além da possibilidade de provocar irregularidades no ciclo menstrual. “A pílula do dia seguinte é como tomar oito comprimidos de uma pílula normal de uma vez só, há efeitos colaterais frequentes”, alerta a médica Thais Ushikusa. Outro problema é que usar esse medicamento com frequência reduz a sua eficácia. Assim, com o aumento do risco de falhas, a mulher pode engravidar.

Gentileza gera gentileza

Além dos cuidados com a saúde, o Carnaval também pede passagem para a gentileza. Para que a convivência nos espaços públicos e nas festas carnavalescas seja harmoniosa, a dica é cultivar a empatia. “Até onde é o meu limite e até onde eu impacto o outro? Precisamos ter a consciência do que impacta no outro”, afirma Aline Cintra, líder da área de Inclusão & Diversidade na Bayer. A recomendação é válida para qualquer comportamento durante o Carnaval, desde a escolha da fantasia, ao modo de dançar, conversar e se divertir nas ruas. “Vale muito o bom senso. A vestimenta representa algo para o outro? E o que isso representa? Talvez essa seja uma reflexão importante”, orienta Aline.

Também vale a pena manter um diálogo transparente com os filhos sobre os comportamentos no Carnaval e o que se espera das relações. Quando ocorre a gravidez, por exemplo, ela deriva do casal e não resulta somente da falta de contracepção feminina. “É um processo contínuo de educação. Os pais têm um papel importante de levar os meninos para a conscientização de que uma gravidez é responsabilidade de ambos e a doença sexualmente transmissível acontece com ambos os gêneros”, afirmou Aline durante a live do Bayer Jovens.

Em ambientes pacíficos e respeitosos, certamente a diversão do Carnaval pode ganhar mais espaço. “Nesse momento, que a folia e a alegria continuem presentes, mas que tenhamos um olhar e uma consciência maior de que alguns comportamentos podem ser dolorosos para o outro. A saúde no Carnaval não é negociável, assim como o respeito ao outro também não deveria ser”, opinou Aline Cintra.

Bayer Jovens