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Ana Cristina: a coragem de recomeçar

Ela parou de estudar ao completar o ensino fundamental, mas seguiu em frente, fez faculdade e Pós e, aos 40 anos, é uma feliz estagiária na Bayer

06.11.2019 - Por Bayer Jovens

Ana Cristina: a coragem de recomeçar

Não é comum ver alguém que, com 39 anos de idade, decide virar do avesso sua trajetória profissional e se candidatar a um Programa de Estágio em uma grande empresa. Pois foi exatamente o que fez Ana Cristina Santos, uma paulistana sem medo de recomeçar, que hoje atua na área de Recursos Humanos da Bayer, feliz da vida e certa de que fez a melhor escolha para sua carreira.

Ele se descreve assim: “Nasci e cresci em São Paulo, as pessoas ao meu redor chegaram ao ensino fundamental, no máximo ensino médio. Sempre tive ao meu redor pesssoas muito honestas, trabalhadoras, que através da maneira que conduziam suas vidas e me aconselhavam a trabalhar para ter o suficiente para viver decentemente. Por algum tempo eu pensei assim também. Mas depois senti que a vida podia ser mais que isso”.

Começou a observar melhor as pessoas que a inspiravam e, aos 22 anos decidiu completar o ensino médio e conseguiu o primeiro emprego em uma multinacional da área de tecnologia da informação. “Nessa empresa, meu gestor me disse uma coisa que nunca vou esquecer. Ele falou que se uma pessoa consegue uma coisa, todos podem também conseguir, desde que paguem o preço. Por conta disso, lá mesmo eu comecei um curso superior na área de TI, que não terminei, percebi que não tinha este perfil, e estava em um período de descobertas também”, ela conta.

Ana decidiu então ingressar novamente em uma faculdade e estudar inglês. Começou a trabalhar em uma multinacional norte americana e em 2014, formou-se em Gestão de Recursos Humanos, fez Intercâmbio, uma Especialização em Recrutamento e Seleção e Pós-Graduação.

Ela engravidou, deu à luz Rebeca, hoje com 3 anos, e tirou um tempo para se dedicar à maternidade: “Minha inquietação falou mais alto e decidi voltar ao mercado de trabalho. E a Bayer já estava no meu radar desde que vi o head da Companhia na época, levantar a bandeira da Inclusão e Diversidade de uma maneira muito genuína, o que para mim é muito importante. Pesquisei muito sobre o Programa de Estágio e me inscrevi. Não foi uma decisão fácil, os amigos se surpreenderam e tentaram me convencer a repensar, já da família obtive todo suporte que precisava”.

Ela seguiu em frente, chegou à Bayer em fevereiro deste ano e comprovou que suas expectativas não eram irreais: “O bacana é que aqui a questão da diversidade e da inclusão não fica só no discurso. A gente vê que muitas empresas ainda estão tomando pé nessa questão, mas aqui isso é real. A Bayer abriu as portas para uma mulher, negra, de 39 anos, disposta a estagiar. Tive a grata surpresa de encontrar pessoas que me deram muito apoio e incentivo e tenho me desenvolvido bastante, com um novo desafio a cada dia”.

Hoje Ana trabalha como Business Partner na área de RH, exatamente onde queria estar, sentindo que está fazendo a coisa certa, no lugar certo e se apaixonando cada vez mais pela opção que fez, como ela afirma. “Isso se deve muito aos meus gestores, que me apoiam o tempo todo. Estou me desenvolvendo muito profissionalmente com supervisão próxima, acompanhamento e oportunidade de aprendizado real, desenvolvendo cada vez mais atividades com impacto, tendo sempre minhas entregas avaliadas, nem sempre é fácil, mais vim aberta para isso e me sinto sendo preparada para assumir posições com maiores desafios, isso pra mim, é uma confirmação de que tomei a decisão certa. Estou muito grata por essa oportunidade de crescimento profissional”, explica.

Ana acrescenta: “O Programa de Estágio da Bayer é muito bem estruturado e está pronto para receber tanto pessoas que estão iniciando sua carreira como alguém como eu, que quer dar outro rumo à sua vida profissional.”

Com o que aprendeu em oito meses de estágio, Ana Cristina tem uma mensagem a quem, como ela, pretende ingressar na Bayer: “Eu procurei colocar na minha vida uma palavra que ouvia muito, mas tinha certo receio de aceitar: protagonismo. Hoje, o que eu diria a um candidato a estagiário na Bayer é que ele assuma o papel de protagonista de sua própria vida. Será um período supervisionado de aprendizado constante, em que ele irá errar, aprender com os erros, desenvolver um escopo profissional que vão agregar muito para que ele leve para a vida e carreira dele.”